


Sobre a Divindade
Deus da Paz e da Alegria, espírito da música que pulsa no coração de Juplutera. Lucius não é um deus de trono dourado — é aquela melodia que você não consegue tirar da cabeça, aquele riso que escapa mesmo quando tudo parece cinza. Ele não precisa de templos, porque todo canto alegre e todo gesto de bondade já são seus altares. Manifesta-se onde menos se espera: flores brotando no meio de ruínas, inimigos que largam a espada por um abraço, vilarejos que celebram uma festa sem nem saber o motivo. A primeira canção do mundo veio dele, e todo músico — consciente ou não — ainda escuta seus acordes ecoando entre as estrelas. Para Lucius, a paz não é ausência de luta: é a escolha diária de transformar ódio em respeito, distância em ponte, medo em canção.
História e Mitos
Lucius não chegou ao mundo como um relâmpago cortando o céu. Ele veio como música que brota no coração — suave, inevitável, impossível de ignorar. As forças primordiais, percebendo que Juplutera precisava de algo diferente — não força, nem rigidez, mas leveza — geraram uma centelha de riso, beleza e compreensão. E dessa centelha surgiu Lucius. Dizem que as Fadas surgiram quando Lucius gargalhou pela primeira vez, e que sua gargalhada caiu do céu como uma chuva dourada — onde cada gota tocou, nasceu uma árvore, uma fruta, um canto novo da floresta. A ilha de Thaluyara, paraíso tropical ao leste de Harmonia, é sua criação mais exuberante. Lucius construiu Harmonia não com pedras ou concreto, mas com sonhos. Onde ele dançava, flores nasciam até nas rochas mais teimosas. Onde sua canção ecoava, inimigos abaixavam as armas e aprendiam a rir juntos. Sua relação com Lithuria, a Deusa das Sombras, é de conflito eterno — não de guerra declarada, mas de filosofia: um acredita que a alegria pode vencer qualquer trevas; a outra que toda luz, mais cedo ou tarde, se apaga. Quando Lithuria humilhou Lucius numa disputa divina, o Vulcão de Sangria de Nocturnia cuspiu plasma negro carmesim — a raiva do universo ante tal afronta. Na Era do Crepúsculo, enquanto os exércitos de Juplutera combatiam o Vazio, foi Lucius quem soprou coragem nos corações e manteve a esperança viva — não com armas, mas com cânticos e encantamentos de moral que impediam o desespero de consumir os guerreiros por dentro. Sob a Rainha Elarenya Solaris, Harmonia ainda canta — mesmo quando as sombras avançam, essa terra dança.
Bênçãos Divinas
Bênção Principal
Luz Serena
Passivo: aliados em 3m recebem +1 em resistência a medo, confusão e encantamento.
02Bênção #2
Canção do Viajante
Passivo: +2 em testes de Carisma para persuadir, performar e barganhar.
03Bênção #3
Melodia Desarmante
1x/combate: ao acertar um ataque, o alvo sofre -1 em ataques por 2 turnos.