
Aranha
insectoide
16 PV
Lv.4
Os Cânions de Zha'Khura são um sistema de vales cortados pelo que os geólogos de fora chamam de erosão acelerada anômala — o processo que criou os cânions foi dez vezes mais rápido do que os equivalentes em qualquer outra região de Juplutera, como se algo tivesse acelerado o tempo local durante a formação. As paredes dos cânions têm estratos geológicos visíveis que os geólogos identificam como representando períodos de tempo que não correspondem à sequência esperada: camadas de sedimento de diferentes eras aparecem fora de ordem, como se os processos de formação houvessem acontecido em sequência diferente da cronológica normal. A luz dentro dos cânions behave de forma diferente: sombras se movem em velocidades que não correspondem ao movimento do sol. O sol pode parecer nascer e se pôr múltiplas vezes dependendo do ponto específico dos cânions em que o observador está. Viajantes que encontram "versões mais velhas de si mesmos" dentro dos cânions descrevem o encontro como inequívoco — não uma visão ou alucinação, mas um encontro físico com uma pessoa que é visivelmente mais velha e que as reconhece, às vezes com detalhes sobre o futuro que posteriormente se verificam.

Os Cânions de Zha'Khura são um sistema de vales cortados pelo que os geólogos de fora chamam de erosão acelerada anômala — o processo que criou os cânions foi dez vezes mais rápido do que os equivalentes em qualquer outra região de Juplutera, como se algo tivesse acelerado o tempo local durante a formação. As paredes dos cânions têm estratos geológicos visíveis que os geólogos identificam como representando períodos de tempo que não correspondem à sequência esperada: camadas de sedimento de diferentes eras aparecem fora de ordem, como se os processos de formação houvessem acontecido em sequência diferente da cronológica normal. A luz dentro dos cânions behave de forma diferente: sombras se movem em velocidades que não correspondem ao movimento do sol. O sol pode parecer nascer e se pôr múltiplas vezes dependendo do ponto específico dos cânions em que o observador está. Viajantes que encontram "versões mais velhas de si mesmos" dentro dos cânions descrevem o encontro como inequívoco — não uma visão ou alucinação, mas um encontro físico com uma pessoa que é visivelmente mais velha e que as reconhece, às vezes com detalhes sobre o futuro que posteriormente se verificam.
Sobek Chronos criou os Cânions de Zha'Khura por acidente. A afirmação, que os Xamãs de Spharadis repetem como verdade estabelecida e os sacerdotes de Sobek confirmam com relutância, levou séculos para ser aceita porque é difícil conceber que o Deus do Tempo cometa acidentes com o próprio tempo. O que ocorreu, segundo os relatos dos primeiros sacerdotes que perguntaram ao deus diretamente, é que Sobek estava realizando um experimento de compreensão dos próprios limites — testando até onde poderia perceber o tempo sem interferir nele — e em um momento de concentração máxima, a percepção criou perturbação. A perturbação temporal se cristalizou nos cânions, que existem agora como evidência física permanente de que o Deus do Tempo tem limites que ele mesmo não compreende completamente. Sobek Chronos, quando questionado sobre os cânions, responde que "os deixou como estão porque um erro honesto sobre a natureza do tempo é mais valioso do que qualquer explicação que poderia dar sobre ele". Os Xamãs que usam os cânions como local de meditação e questionamento espiritual consideram isso a frase mais importante que o deus já pronunciou.
Resquícios de civilizações antigas com segredos ocultos.