
Rato
besta
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Lv.1
Porto Sylfaris fica na costa oeste de Verdântia, onde o Mar de Glacialand chega em ondas que são mais frias do que o ambiente de Verdântia normalmente produziria — o resultado da corrente glacial que segue a costa e que torna as águas desse litoral entre dez e quinze graus mais frias do que as praias ao sul. O porto foi construído em forma de árvore, como Thomelion especificou: as docas principais são os "galhos", ramificando-se de um cais central que seria o "tronco", e o edifício administrativo no centro tem forma de copa com teto vivo de vegetação. Nenhum prego de ferro foi usado na construção original, como os registros de Thomelion especificam — toda a estrutura usa encaixes de madeira e cordames de fibras vegetais tratadas com resina de Ferroselva, que é mais forte do que o ferro para aplicações não-percussivas. O mercado flutuante que opera no porto é exatamente o que o nome diz: plataformas de madeira que flutuam sobre as águas do cais, ancoradas mas com movimento suficiente para acompanhar as marés. Mercadores de Glacialand que chegam de norte trazem peles, ossos de baleia trabalhados, cristais de gelo eterno em tamanhos transportáveis e histórias de Thorgarn Skaldgrimm que os Feraxianos ouvem com a atenção que reservam para epopéias.

Porto Sylfaris fica na costa oeste de Verdântia, onde o Mar de Glacialand chega em ondas que são mais frias do que o ambiente de Verdântia normalmente produziria — o resultado da corrente glacial que segue a costa e que torna as águas desse litoral entre dez e quinze graus mais frias do que as praias ao sul. O porto foi construído em forma de árvore, como Thomelion especificou: as docas principais são os "galhos", ramificando-se de um cais central que seria o "tronco", e o edifício administrativo no centro tem forma de copa com teto vivo de vegetação. Nenhum prego de ferro foi usado na construção original, como os registros de Thomelion especificam — toda a estrutura usa encaixes de madeira e cordames de fibras vegetais tratadas com resina de Ferroselva, que é mais forte do que o ferro para aplicações não-percussivas. O mercado flutuante que opera no porto é exatamente o que o nome diz: plataformas de madeira que flutuam sobre as águas do cais, ancoradas mas com movimento suficiente para acompanhar as marés. Mercadores de Glacialand que chegam de norte trazem peles, ossos de baleia trabalhados, cristais de gelo eterno em tamanhos transportáveis e histórias de Thorgarn Skaldgrimm que os Feraxianos ouvem com a atenção que reservam para epopéias.
Porto Sylfaris existe há cerca de vinte mil anos, o que o torna mais antigo do que a maioria das cidades de Radiantia. Foi fundado no momento em que a Aliança do Gelo e da Folha, celebrada nas Montanhas de Ferroselva, precisou de uma expressão prática — um ponto de contato comercial e cultural entre Verdântia e Glacialand. A escolha da costa oeste foi estratégica em múltiplos sentidos: fica longe o suficiente de Radiantia para que disputas fronteiriças não contaminem as relações com Glacialand, e perto o suficiente das montanhas para que recursos de Ferroselva possam chegar ao porto sem viagem de muitos dias. Os festivais sazonais de Sylfaris são o elemento mais conhecido do porto fora de Verdântia: quatro grandes festas anuais que celebram os elementos compartilhados entre as duas culturas aliadas — a chegada das primeiras baleias migratórias (primavera), o pico do comércio (verão), a partida das baleias (outono) e o primeiro gelo nas águas do cais (inverno). Cada festival atrai visitantes não apenas de Verdântia e Glacialand mas de regiões vizinhas, especialmente de Radiantia, cujos moradores têm uma curiosidade ambivalente por Verdântia que Porto Sylfaris satisfaz de forma gerenciável — close o suficiente para sentir Verdântia, não tão dentro da floresta que perder-se seja risco real.
Porto marítimo ou fluvial com atividade comercial intensa.
Vendedores
Yarrow Orelha-de-Lince