


Sobre a Divindade
Deusa da Morte e das Sombras, Senhora do silêncio eterno e das fronteiras entre os mundos. Lithuria foi forjada do próprio silêncio da morte e da escuridão entre as estrelas. Seu cabelo negro devora a luz ao redor. Seus olhos brilham num roxo tão profundo que fazem esquecer o mundo — e às vezes, até o próprio nome. Veste armadura escura cravejada de cristais verdes pulsantes, como se a própria morte respirasse em cada peça. Fria como cripta lacrada e estratégica como um tabuleiro de xadrez onde só ela conhece as regras. Lithuria não ataca — sussurra. Não grita — espera. Não destrói muralhas pela força: as corrói com sombras lentas e paciência infinita. Para ela, a liberdade é apenas um erro que ainda não foi corrigido. E a morte não é fim — é o começo de um novo poder.
História e Mitos
Lithuria nasceu quando as forças primordiais perceberam que toda vida precisava de um fim. Do próprio silêncio da morte e da escuridão entre as estrelas, ela despertou — fria, estratégica, absolutamente lúcida. Com seu despertar, nasceu Nocturnia: terra das trevas eternas, refúgio dos rejeitados, dos exilados, dos esquecidos pelas outras terras. Lithuria criou os Vampiros como guardiões eternos da fronteira entre vida e morte — aristocratas do medo que governam com charme mortal e promessas de eternidade. Os Demônios Primordiais antecederam seu poder, mas foi ela que os organizou sob sua vontade. Sob seu comando silencioso, Zor'Kael, o Rei Demônio, o Eterno Abismo, governa Nocturnia com punho de trevas e olhar de fogo frio. Sua guerra mais profunda é com Theriel de Aetherius — uma guerra de sussurros, corrupções sutis e olhos que se voltam quando ninguém vê. Lithuria não enfrenta a luz diretamente: ela a corrói, infiltra dúvidas nos paladinos de Theriel e faz a própria luz questionar a si mesma. Uma estratégia mais perigosa do que qualquer confronto declarado. O Vulcão de Sangria, cuspindo plasma negro carmesim, marcou o dia em que ela foi humilhada por Lucius — e essa memória alimenta uma fúria que os séculos não esfriaram. Hoje, os cultos de Lithuria se multiplicam por Juplutera, espalhando profecias sobre a ressurreição do Vazio. Zor'Kael organiza exércitos nas sombras. E Lithuria simplesmente observa — porque ela sabe, melhor do que qualquer outro deus, que a morte é inevitável. Ela apenas aguarda o momento certo.