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Continente flutuante erguido para os céus por Theriel, deus da luz e esperança, entre nuvens imortais moldadas dos próprios sonhos do Criador. Campos dourados que sussurram canções antigas, rios de luz que dançam entre montanhas que tocam o firmamento. Um farol de esperança e beleza para todo o mundo de Juplutera. Capital: Solaryon, a Cidade Resplandecente, com ruas de sol líquido e o Castelo de Lumen no centro. Governante: Príncipe Tarkiel, jovem líder com olhos de céu e alma de fogo.
Aetherius nasceu quando Theriel, o Guardião da Luz Celestial, ergueu um continente inteiro para os céus com um bater de asas, afastando-o das trevas e do barulho do mundo. Por muito tempo, os aetherianos olharam para baixo com certa distância dos outros povos. Mas durante o sombrio Crepúsculo de Juplutera, quando o Vazio se ergueu como sombra faminta, Aetherius foi atacada. Criaturas do desespero vieram subindo pelas tempestades, e arcanjos desceram como estrelas cadentes de fúria e esperança para defender os céus. Theriel liderou o confronto com luz incandescente que cortava as trevas, e após anos de combate, a escuridão recuou. Aetherius sobreviveu, mais brilhante do que antes. Hoje, sob o Príncipe Tarkiel, a região se abre ao mundo: portais estão sendo construídos para ligar os céus à terra, e parcerias com Arcanópolis e Radiantia florescem. Lithuria, de Nocturnia, tenta constantemente envenenar a luz dos céus com sombras lentas e corrupções sutis. A Muralha Celestis está mais bem guardada do que nunca, com arcanjos voando em formação.
Continente flutuante nas nuvens, acima de todo Juplutera. Inclui Solaryon (capital com o Castelo de Lumen), Sanctus Arx (catedral nas Montanhas da Salvação), o Rio Alvanthiel (que flutua entre nuvens e dá origem à Água Benta de Aetherius), Elun'tharel (o Jardim dos Eternos entre véus celestes), a Muralha Celestis (nuvens encantadas que envolvem a região como auréola) e as Cataratas de Lýrion (quedas d'água que sussurram o idioma dos céus e chegam até os oceanos de baixo).
Eterno e suave, com ventos celestiais constantes mas gentis. Sem chuvas comuns — apenas auroras, luz dourada e névoa de nuvem. A temperatura é sempre amena e perfumada. Partes mais elevadas têm ar rarefeito que se torna quase música. A Muralha Celestis cria microclimas de névoa densa nas bordas da região. Noites são iluminadas por constelações próximas e pelo brilho das torres de Solaryon.